terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Mãe coruja

O filho do meio é sempre mais carente que os outros, né? Hoje em dia quase nenhuma família vivencia isso mais, mas eu tenho o protótipo de família que é boa de se fazer uma análise: três filhos (que coragem, é o que todos dizem), o mais velho, o do meio e a caçula.
Pois é, o filho do meio geralmente carrega um estigma: é problemático, carente, difícil. O meu, praticamente não foge totalmente à regra. Como eu fiquei grávida quando ele estava com apenas 7 meses e sua irmã nasceu ele só tinha 1 ano e meio, a princesa tomou o seu lugar.
Então ele é assim, ciumento até hoje e muito possessivo, praticamente o Édipo reencarnado.


                                                                 Gato gatíssimo



Momento cafuné

Mas naquela manhã quando ele me olhou bem nos olhos, primeiro me perguntou qual era a cor dos olhos dele (castanho médio) e me perguntou qual a cor dos meus olhos  (castanho esverdeado), ele me olhou languidamente e falou que se eu tivesse um risquinho assim, igual o do gato, eu seria uma gata, de verdade. Fiquei boba!!!
Mãe é tudo igual.

2 comentários:

  1. kkkkkkkk, quase ouvi o seu miado daqui! Delícia, né? Mãe é tudo igual e filho á tudo de boommmmm! Fico imaginando a vó babona que poderei ser um dia. Minhas amigas que já são avós ficam dizendo que é melhor ainda que ser mãe. Será isso possível? Só conferindo pra tirar as dúvidas... Enquanto isso, vou sendo mãe de marmanjas mantendo o olhar de mãe de bebês (ai meu Deus, que elas não leiam isso).
    Bjks mil
    Renata

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  2. kkkk, eu praticamente miei mesmo, de emoção, um ronronar humano! Bjs linda

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