domingo, 13 de novembro de 2011

Mexendo com terra

Quando eu era pequena tive dois grandes exemplos de horteiros (nem sei se é essa palavra): Meu avô materno Enoch, que tinha uma linda horta, com tudo que tinha direito, onde ele até vendia e melhorava sua renda. O outro era meu pai, que sempre tentou fazer uma horta digna, eu inclusive lembro de ter sido sua fiel escudeira, pois limpava, molhava e tirava os matinhos. Mas o mais engraçado é que busco na memória os frutos desse trabalho e não encontro. O fato é que em cada casa que a gente morou e que tinha espaço e terra, lá ía meu pai com enxada na mão e a boa vontade de plantar.
Eu, sempre amei as plantas, mas tenho pouco tempo, inclusive não tinha nenhuma planta em casa. Até surgir o Luan, que graças a experiência feita na sua escola, ficou com vontade de fazer uma horta também. Enrolei, enrolei, ele me cobrou, me cobrou, e acabamos botando a mão na massa, ou melhor, na terra. Compramos as jardineiras, sementes (algumas eu já tinha em casa, outras pegamos na rua), terra e mudas e partimos para a varanda. 
Primeiro passo: preparar a terra, escolher a sua muda e mãos`a obra.
Cada um plantou a sua: Ayme ficou com o hortelã, Theo com a cebolinha, eu com o manjericão e o Luan com a arruda. Ainda plantamos em sementes: pitanga, desconhecida de Nova Friburgo, salsa e pimenta. Depois transplantaremos.
O resultado ficou ótimo, pena que a muda da Ayme estava meio molenga, mas os espertos colocaram dois hashis para segurá-la. No dia seguinte ela já estava bem melhor e firme.

Agora é cuidar com muito amor e dedicação e não deixar que os ventos derrubem nossa mini horta.

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